Sabe aquele site "eu.confesso.com"? Nossa! Já confessei algumas coisas ali, mas quando eu era bem adolescente. E como eu curtia ler as confissões dos demais e copiava e colava para os outros que estavam online no meu MSN - que, por sinal, eram zilhões e mais zilhões de janelas abertas ao mesmo tempo e luzinha piscando e... eu ficava doida. Aliás, eram mais de 600 contatos que iam me adicionando e eu ia conversando (e nunca encontrava ninguém, eram só conversam e boas risadas na madrugada, principalmente).
Por que comecei a falar do "eu.confesso.com"? Porque, hoje, eu não preciso esconder o que eu quero confessar. Quero registrar que, às vezes, a gente se decepciona com alguma atitude de pessoas que não imaginávamos que pudessem, uma hora, ficar contra nós. Decepcionei-me com alguém que passou a ouvir outra pessoa ao invés de mim, e passou a pensar que eu era a maldosa de tudo. Triste, não? Sim. Quando você se encontra aberto às ruindades, é exatamente isso o que acontece: você não vê verdade, mas sim, as inverdades que outros falam como se fossem verdades absolutas.
Fiquei triste, magoada. Mas quer saber? Isso só acaba comigo. Portanto, preferi pensar muito se valeria a pena me magoar com pessoas assim, pessoas que fizeram/fazem parte de sua vida e pessoas que não fizeram e que você não faz nenhuma questão que façam parte dela. E não vale a pena mesmo. O que vale aqui é o meu bem-estar e a minha consciência. Pessoas mentem para se prevalecerem, rebaixam outras, cultivam a sementinha do mal. E eu? Eu não tenho necessidade. Já disse que, quem me conhece de coração, sabe que eu sempre falei verdades, sempre mostrei verdades e, por muitas e muitas vezes, eu estava certa. É de cada um querer estar aberto ao bem - ou não. E eu quero. Portanto, agradeço a Deus por deitar sempre à noite e pensar que não prejudiquei ninguém e que não precisei rebaixar ou falar inverdades de alguém para me favorecer de algo. Minha Santa Rita de Cássia está ciente dos meus atos e, agora, tudo é só questão de tempo. Eu não precisarei fazer nada. Nada. Somente viver tranquila com o meu estado de espírito. Gratidão.