domingo, 26 de fevereiro de 2017

Sabe aquele site "eu.confesso.com"? Nossa! Já confessei algumas coisas ali, mas quando eu era bem adolescente. E como eu curtia ler as confissões dos demais e copiava e colava para os outros que estavam online no meu MSN - que, por sinal, eram zilhões e mais zilhões de janelas abertas ao mesmo tempo e luzinha piscando e... eu ficava doida. Aliás, eram mais de 600 contatos que iam me adicionando e eu ia conversando (e nunca encontrava ninguém, eram só conversam e boas risadas na madrugada, principalmente).
Por que comecei a falar do "eu.confesso.com"? Porque, hoje, eu não preciso esconder o que eu quero confessar. Quero registrar que, às vezes, a gente se decepciona com alguma atitude de pessoas que não imaginávamos que pudessem, uma hora, ficar contra nós. Decepcionei-me com alguém que passou a ouvir outra pessoa ao invés de mim, e passou a pensar que eu era a maldosa de tudo. Triste, não? Sim. Quando você se encontra aberto às ruindades, é exatamente isso o que acontece: você não vê verdade, mas sim, as inverdades que outros falam como se fossem verdades absolutas.
Fiquei triste, magoada. Mas quer saber? Isso só acaba comigo. Portanto, preferi pensar muito se valeria a pena me magoar com pessoas assim, pessoas que fizeram/fazem parte de sua vida e pessoas que não fizeram e que você não faz nenhuma questão que façam parte dela. E não vale a pena mesmo. O que vale aqui é o meu bem-estar e a minha consciência. Pessoas mentem para se prevalecerem, rebaixam outras, cultivam a sementinha do mal. E eu? Eu não tenho necessidade. Já disse que, quem me conhece de coração, sabe que eu sempre falei verdades, sempre mostrei verdades e, por muitas e muitas vezes, eu estava certa. É de cada um querer estar aberto ao bem - ou não. E eu quero. Portanto, agradeço a Deus por deitar sempre à noite e pensar que não prejudiquei ninguém e que não precisei rebaixar ou falar inverdades de alguém para me favorecer de algo. Minha Santa Rita de Cássia está ciente dos meus atos e, agora, tudo é só questão de tempo. Eu não precisarei fazer nada. Nada. Somente viver tranquila com o meu estado de espírito. Gratidão.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Wings - Birdy

"Under a trillion stars
We danced on top of cars
Took pictures of the stage
So far from where we are
They made me think of you
They made me think of you"





quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Estava eu, procurando no Google, playlist com músicas bacanas dos anos 1990. Eu sou dessas. Eu adoro de paixão as músicas dos anos 1970/80/90 - nacionais e internacionais. Mas hoje, especialmente hoje, me deu uma vontade incrível de reviver os anos 90. Encontrei "As Long As You Love Me", dos Backstreet Boys na playlist do Vagalume. Como boa fã de BSB (fui ao show deles no Citibank Hall no dia 11 de junho de 2015), fui para a playlist dos caras e ouvi e ouvi de novo e mais uma duas músicas: Incomplete (mais recente (ou menos antiga)  e Drowning. Lembrei de quando a música foi lançada, em 2001. Eu estava com 12 para 13 anos e estava louca para a MTV lançá-lo logo, porque a emissora exibiria com exclusividade o videoclipe. A canção está no disco "Greatest Hits - Chapter One", que eu tenho, graças a Deus! Se eu não me engano, depois de Drowning, os caras deram uma parada. Por isso, a emoção maior de ouvir e ouvir e... 
Relembrando aquele início dos anos 2000, no auge da minha 6ª série, segue abaixo Drowning, Backstreet Boys.




quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

A cada dia, vivemos situações que nos fazem refletir. Cabe, a cada um de nós, querer entender, querer enxergar, querer saber que errou. Cabe, a cada um de nós, entender essas situações como lições, aquelas que a vida dá aos nossos dias vividos de sorrisos, sorrisos contidos, sorrisos forçados, meros sorrisos. A gente pode enganar aos outros, não a nós mesmos. Portanto, reflita. Tire lições de cada situação - acertada ou não. Mas aprenda. Queira aprender.


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017


Não estou me sentindo mais bonita por estar sozinha. Poderia me sentir bonita tendo alguém do meu lado, mas quando eu tinha, tudo o que vinha à mente eram preocupações e reclamações à toa - coisas de uma mente vazia. Agora não. Estou me sentindo mais bonita porque eu mudei totalmente os meus pensamentos e, isso, com certeza, muda muito o estado de espírito da gente.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Há uns dois meses, procurei ajuda espiritual e me disseram que havia muita inveja em cima de mim. Que havia gente que não gostava de mim, e mandaram que eu parasse de chorar. Eu respondi que não sabia por qual motivo tinham esse sentimento por mim, se eu não tinha nada (ano passado foi o ano da perda). Mandaram que eu rezasse, mas rezasse muito. Dias depois, sofri o baque do relacionamento - e era o que eu tinha na minha vida, naquele momento; a única coisa. Mais dias depois, fui procurar uma outra ajuda, e expliquei o que haviam dito para mim, mas que eu não entendia o motivo de tanta inveja e maldade sobre mim. E me responderam, perguntando, ao mesmo tempo: "Você já se olhou no espelho? Você já viu que cabelo lindo que você tem? Você já notou a cor dos seus olhos? Você percebeu que acorda com vida todas as manhãs e que você pode ter o Sol e a Lua para você? Você não estava com quem amava e com quem te amava? Então, TUDO isso é motivo de inveja, de que outras pessoas queiram o que você tem, mesmo que você pense que não. A gente pensa que não tem nada, mas a gente tem tudo e isso causa intrigas e mau-olhado". Foi então que eu comecei a chorar mais ainda, e ouvi de novo: "Você é linda! Você tem um excelente coração, bondoso!" e percebi como eu estava olhando mal a mim mesma. Enxerguei-me. Passei a acreditar que eu tudo podia e passei a querer que todos que me queriam mal... seguissem o caminho da luz. Era muita carga negativa sobre mim, muita mesmo, querendo o pior de mim, me influenciando de forma bastante ruim. Enxerguei que a maldade estava tomando conta de mim, mas que eu poderia reverter essa situação para o meu, tão-somente meu, próprio bem. Afinal, eu não sou Deus, e quem pratica coisas ruins deveria entender que, para tudo (até para situações boas) existe a "Lei do Retorno". Eu não posso me preocupar com a atitude do outro, esse outro quem deveria se preocupar com a justiça Divina. Eu só tenho a desejar que toda a maldade, que toda a inveja, que os malfeitores sigam mesmo o caminho da Luz; que acordem de suas invejas e vivam as suas vidas, temendo a Lei do Retorno. Eu temo muito, por isso que eu não pratico o mal a ninguém, porque não tenho interesse em prejudicar ninguém, e parei mais com o meu lado justiceiro, porque eu estava atuando sobre isso de forma totalmente errada. O que foi retirado de mim, penso, foi para eu mesma entender que eu deveria ter mais Fé, porque, se eu tivesse, nada teria interrompido o que estava acontecendo até o fim de 2016. Eu deixei que se aproveitassem da minha imensa fraqueza, mas também creio que Deus me deu toda essa situação para dizer que eu precisava recorrer a Ele. Hoje, sou muito melhor nos pensamentos, e quero que os meus inimigos, assim como eu estava sendo de mim mesma, sigam um caminho de luz e paz, e que deixem de interferir na vida alheia. Gratidão!

Imagem: Sabedoria Universal (Google)

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Tudo o que eu fazia era direcionado a uma pessoa. As fotos que eu postava eram para chamar a atenção de uma só pessoa - aquela que eu colocava à frente de mim em todas as situações. Minhas ações, meu cuidado, tudo, tudo era por uma única pessoa. Hoje, tudo o que eu faço é por mim. E todas as fotos, vídeos que eu divulgo nas redes sociais, minhas novas ações e modos de pensar são para mostrar a todos que eu sou muito mais do que eu mesma imaginava ser. É tudo uma questão de autoconhecimento, auto-entendimento. E eu consegui. Eu não estou, eu SOU muito, mas muito mais do que eu vinha achando de mim mesma. Atualmente, é o que importa em demasia para mim. Eu precisei entender que eu tinha de me olhar, me enxergar, e isso não diz respeito a amar mais ou menos o outro, nem desrespeitá-lo, nem ser prepotente etc. Diz respeito ao amor-próprio, de que eu necessitava. Diz respeito à busca de mim mesma. Sou muito grata com esta descoberta. Sou grata pelo meu caráter, pela pessoa que eu sou e por ter, em minha pessoa, a melhora que eu quero para o mundo (mesmo que seja o mundo ao meu redor).

Thamiris Kuhn