domingo, 14 de maio de 2017

O estágio Pedagógico

Nesta semana, iniciei meu primeiro estágio na Pedagogia, numa escola particular aqui mesmo, de Toledo. Fui entrevistada na segunda-feira e, na terça, eu já comecei a trabalhar. O estágio é para auxiliar as salas de crianças de 04 a 05 anos de idade.
Bem, tudo tranquilo, graças a Deus, na primeira semana do meu novo emprego. Continuo acordando às 4h40, chegando 7h15 em Cascavel, dormindo na van até 20 para as 8h, saindo dela e tomando um cafézinho na cantininha da universidade e, às 8h, sala de aula. Já às 11h30, as aulas termina, e a van sai da UNIOESTE ao meio-dia. Chego no estágio no horário de 13h05 ou 13h10, e o inicio 13h15, finalizando-o lá pelas 18h40. 
O estágio é assim: chego e fico no portão esperando pais e aluninhos até as 14h da tarde. Fecho o portão e vou para o pré-I, com crianças de 03 a 04 anos. Na hora da merenda deles, vou para o pré-II, onde há alunos de 04 a 05 anos e permaneço ali até as 17h30, quando eu abro o portão novamente e só saio quando a última criança vai embora da escola. As crianças são ótimas, mas confesso que preciso aprender a ser mais rígida nas palavras, porque é cada vontade de dizer "Ai, que coisa mais fofa!", mas não podemos. São crianças em formação, então, é um pouco complicado discipliná-las, mas estou caminhando, afinal, foi a primeira semana. Não tiro a autoridade das professoras e, ah!, falando nisso, aqui, não somos chamadas de "tia", mas sim, de "profê". Siiim!!! Até mesmo o Jardim nos chamam desta forma e até mesmo nós, estagiárias. É engraçado e fofo!
Estou gostando. O meu sonho é chegar à Alfabetização. Mas entendo que, para isso, eu preciso caminhar aos poucos. Daqui a três anos e meio, pode ser que eu queira mudar o meu ramo na Pedagogia, só que, por ora, sinto que o meu dever é alfabetizá-las.


sexta-feira, 5 de maio de 2017

Sharing my silence...

Estive pensando durante uns dias sobre o que sentimos por alguém que dizemos nos apaixonar. Eu já tive paixões de adolescente, mas amores...dois. Amor de verdade, um. Será que dizemos para todos que nos relacionamos que estes são os amores de nossas vidas? Se uma pessoa tem cinco namorados na vida, todos são "os amores da sua vida"? Não creio...
Amor de uma vida inteira, aquela pessoa que você tem certeza, eu já tive. E já passou. Já foi. Como anteriormente eu escrevi aqui, nem sempre permanecemos em nossas vidas com esta pessoa. E também acredito que não podemos enganar quem está conosco. Amor a gente sente, talvez até incomensuravelmente, mas somente uma vez conhecemos o amor de nossas vidas. Como sabemos? Não sei explicar, apenas penso que sentimos. E eu senti e creio que tenha ocorrido o mesmo. Foi mútuo - acredito porque foi dito inúmeras vezes e com o coração. Não vou dizer que nunca mais me apaixonarei novamente por esta pessoa. Eu jamais digo nunca (e nem jamais para alguns casos), mas tenho consciência de que, hoje, até amanhã, não há paixão e vontade de estar com esta pessoa mais. Mas mais para frente, pode acontecer? Sim, claro. Por meio de alguma oportunidade, talvez, eu realmente não sei. Mas eu não posso afirmar que nunca mais estarei novamente com o amor da minha vida.
Não escrevo aqui para que ele veja, até porque, penso que ele nem sabe da existência deste meu blog, não "perdeu tempo" em ver/ler os meus pensamentos escritos numa página na internet. Na verdade, não escrevo para chamar a atenção de ninguém, porque eu não tenho interesse nisso. Escrevo porque eu gosto de escrever. Mas, de qualquer forma, ele sabe quem ele é, e sabe já que eu tenho um amor por ele que não é mais o amor que eu sentia enquanto estivemos juntos. É um amor de cuidado, de querer ajudar, de jamais querer que a pessoa caia em algum momento. Eu também não sei explicar, mas não é um carinho que eu sinto por qualquer outra pessoa.
O que quero explicar aqui é: não podemos nos iludir e muito menos iludir a outras pessoas. Se um dia me perguntarem: eu sou o amor da sua vida? eu terei de ser sincera como sempre fui, porque eu já conheci esta pessoa que preencheu este lugar no meu coração, mas não significa que eu não possa amar novamente. Paradoxo, não? Confuso! Acho que nenhuma forma de amor, na verdade, consegue ser explicada. Se for explicada, não é amor.