sábado, 22 de abril de 2017

Phrase of "Thirteen Reasons Why"

"-Não podemos salvar uma vida com o amor."
"-Mas podemos tentar."

"Thirteen Reasons Why" ou "Os 13 Porquês" é uma nova série da Netflix que chama a atenção de todos para o bullying nas escolas atualmente. Principalmente por conta da presença das redes sociais na vida cotidiana dos adolescentes de hoje, onde todos estão conectados 24h e onde se publica algo e todos veem, nada é imperceptível. 
Há algum tempo, baixei este livro (de Jay Asher) na internet. Eu o tenho salvo em meu tablet, mas eu não trouxe meu brinquedo para o Paraná e nem baixei novamente no meu notebook (tenho muitos textos já para ler e nem conseguirei ler, antes das férias, ao menos um dos vários livros que eu trouxe). Enfim, aguardei a série começar na Netflix e, em dois dias (sexta e sábado - 21 e 22 de abril) eu assisti aos 13 episódios. Lembrei dos meus tempos de escola, quando já havia bullying sim, mas não com estas palavras. Éramos sacaneados, zombados etc. Eu já sofri na escola. Eu era a nerd, a cdf, a lésbica, a puta. Whatever... Eu não respondia às provocações. Eu era exatamente o que os demais queriam que eu fosse, e não reclamava por isso, pelas zombações. Talvez, por isso, o pessoal da escola não continuava e, até mesmo depois, vinham falar comigo como se fossem meus melhores amigos.
Épocas diferentes. Terminei o Ensino Médio quando o Orkut surgia popularmente no Brasil.  Era o ano de 2005/2006 e eu só fiz um perfil para mim porque meus amigos insistiram demais (disseram que se eu não fizesse um, eles fariam para mim - logo, tive de fazer). Eu tinha vários "amigos" (contatos) e até me adicionavam aqueles que passavam por mim na escola ou na rua e nem falavam comigo. Não era zoada, era 100% legal e 100% bonita e 100% sexy. Palhaçada, não? Mas já estava começando a vida virtual, a vida das redes sociais, os meios para que pessoas fossem troladas, zoadas, fossem vítimas mesmo da internet.
"Welcome to the world!" - quem foi mesmo que disse esta frase (preguiça de jogar no Google)? O mundo virtual; mundo mágico, onde todo mundo pode sofrer graves consequências ou aproveitar da mesma para exibir o seu próprio ego.
Aconselho a todos a assistirem. Não é série de adolescente. É série para que todos possamos assistir e entender o mundo de hoje, o mundo desses meninos e meninas que estão crescendo numa sociedade mais competitiva, onde um tem de ser melhor que o outro em tudo. Eu gostei. É atemporal. Sempre existiu, mas sempre com nomes e reações diferentes das reações reais que levaram a personagem Hannah Backer a tirar a sua própria vida. Assistam. Vale a pena.

OBS.: Eu deveria ter lido, neste feriado, um texto de 15 páginas de História da Educação I e outro de 13 páginas de Psicologia da Educação I, e finalizar outro de TOGE. Tudo para esta semana. Será que ainda dá tempo?rs - Vida de universitária (ou universiotária?) de novo, novamente, again... Não está mole, não. E estamos na terceira semana de aulas. Jesus!

domingo, 16 de abril de 2017

Tudo Passa... (Chico Xavier)

Tudo passa... 

Todas as coisas na Terra passam.
Os dias de dificuldade passarão...
Passarão, também, os dias de amargura e solidão.

As dores e as lágrimas passarão.
As frustrações que nos fazem chorar... Um dia passarão.

A saudade do ser querido que está longe, passará.

Os dias de tristeza...
Dias de felicidade...
São lições necessárias que, na Terra, passam, deixando no espírito imortal
as experiências acumuladas.

Se, hoje, para nós, é um desses dias,
repleto de amargura, paremos um instante.
Elevemos o pensamento ao Alto
e busquemos a voz suave da Mãe amorosa,
a nos dizer carinhosamente: 'isto também passará'

E guardemos a certeza pelas próprias dificuldades já superadas que não há mal que dure para sempre,
semelhante a enorme embarcação que, às vezes, parece que vai soçobrar diante das turbulências de gigantescas ondas.

Mas isso também passará porque Jesus está no leme dessa Nau
e segue com o olhar sereno de quem guarda a certeza de que a
agitação faz parte do roteiro evolutivo da Humanidade
e que um dia também passará.

Ele sabe que a Terra chegará a porto seguro
porque essa é a sua destinação.

Assim, façamos a nossa parte o melhor que pudermos,
sem esmorecimento e confiemos em Deus,
aproveitando cada segundo, cada minuto que, por certo, também passará.

Tudo passa...
exceto Deus.
Deus é o suficiente!
 



quarta-feira, 5 de abril de 2017

Foi dada a largada...

... para o curso de Pedagogia. Primeiro dia (03/04) foi só confirmação de matrícula e trote que, por sinal, me livrei bem de sair toda suja porque o tiozinho da van já foi avisando que quem chegasse imundo no carro, ao meio-dia, iria de qualquer outra forma para Toledo, menos com ele. No mais, trote bacana, saudável. Mas eu fiquei com pena do pessoal de Engenharia Agrícola e Florestal, viu? Pensa num pessoal sujo de barro dos pés à cabeça... Meu Deus!
Segundo dia foi de palestra sobre a Pedagogia e apresentação dos professores do curso, dos horários manhã e noite. Muitos, até. Após, os veteranos fizeram uma recepção para os calouros. Melhor dizer "calouras", porque não existe homem na minha turma de Pedagogia, só nos demais anos à frente. Mas não tem importância, já que os de Engenharia compensam (e bem!).
Hoje, terceiro dia, a manhã foi toda dominada pela Filosofia. Sim! Eu não gosto de Filosofia e já até tenho a disciplina, mas farei novamente, por opção. Nesta quarta sim, tivemos aula. E tivemos mesmo. Já estamos com textos para ler para a próxima quarta-feira. A grade da UNIOESTE, na verdade, é bem diferente. As disciplinas são de 136 ou 68 horas. Ou seja, algumas a gente estuda o ano todo e, outras, somente por semestre, como é o caso de Filosofia e Sociologia. Já Psicologia da Educação, História da Educação e Teorias Organizacionais e Gestão Escolar duram o ano inteiro. Por isso, lá, ninguém diz "Estou no primeiro semestre", mas sim "Estou no primeiro ano", como se fosse um Ensino Médio, só que de quatro anos.
É isso. Primeira semana de aula já chegando ao fim, mas está bacaninha. Quero ver quando começar a pegar. 
Ah! E o clima... Acordo 4h50 da manhã todos os dias e está fresco em Toledo. Às 7h, quando chegamos em Cascavel, está um gelo de doer as bochechas. Já 12h, horário de saída para retornar a Toledo, já está quente. Não tem sinusite que aguente... Isso agora, no Outono, mas já avisaram que maio começa o frio intenso e o ar seco. Vamos ver, né? Mas a gente vai se acostumando. É assim mesmo. São só quatro anos.